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Indicação e Escolha de Tipos de Bifocais
7 Janeiro 2019  | Seção: Colunas & Artigos  |  Categoria: Dicas
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Artigo Ney Dias / Especialista em Optometria e Contatologia
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Já vimos anteriormente que um bifocal não deve ser vendido indiscriminadamente. E necessário  que se conheça a relação entre o grau de longe (no seu meridiano vertical) e a adição. O que se recomenda é que a escolha deve ser feita para que não haja salto de imagem grande, quando o cliente muda a visão de longe para perto. Também o deslocamento das imagens  para perto deve ser evitado. O problema é que quando o cliente usa o bifocal inadequado e ao  descer um degrau ou meio fio os enxerga em posição falsa, pode gerar sérias consequências.
 
Digamos que ela pode cair porque viu um degrau numa posição quando na verdade era outra... É considerado um erro muito grande vendermos um bifocal B.P.I. (Ultex) para míopes.  Igualmente não se deve vender B.P.S. (Biovis) para casos em que a adição é menor que o grau  positivo de longe. Estas vendas inadequadas geraram a crença de que o uso de bifocais era perigoso e provocava tombos.
 
Muito embora isto seja um fato, certos clientes acabam por se adaptar ao  erro e quando já se habituaram não convém trocar o uso (mesmo do errado para o certo)  porque o cliente já se condicionou ao errado e trocar o tipo mais tarde seria desaconselhável,  salvo em casos especiais de clientes muito esclarecidos e que ainda tenham problemas. Para  quem vai usar bifocais pela primeira vez deve-se escolher o tipo correio. 

Regras Aproximadas para Escolha de Bifocais

Quando não se dispõe de tabelas apropriadas para escolha do bifocal adequado deve-se usar  algumas regras aproximadas que indicam o melhor tipo quanto à redução do salto de imagem  e deslocamento dos objetos para perto: 

a) Quando a adição é menor do que o grau positivo de longe, recomenda-se Base Prismática Inferior (Ultex). 

b) Quando a adição é maior do que o grau positivo de longe, recomenda-se Base Prismática Superior (bio-vis). 

c) Quando a adição é aproximadamente igual ao grau positivo de longe, recomenda-se Base Prismática Central (Kryptok).  

d) Todos os graus negativos no meridiano vertical, recomenda-se Base Prismática Superior (bio-vis).  

e) Na impossibilidade de vender B.P.S. (Todo Reto) venda Kryptok. 
 
f) Na impossibilidade de vender B.P.I. (Ultex) venda Kryptok. 

g) Nunca venda Ultex (B.P.I.) quando a indicação ideal era B.P.S. (Panoptik). 

h) Nunca venda B.P.S. (Panoptik) quando a indicação ideal era B.P.I. (Ultex).  

As regras acima aplicam-se às graduações esféricas. Quando a dioptria é cilíndrica ou esf./cil.  torna-se necessário o conhecimento do valor do grau cilíndrico no meridiano vertical para, em seguida, combina-lo com o grau esférico que está presente em todos os meridianos.
 
Após  a combinação, que é uma espécie de neutralização, já conhecemos o valor total no meridiano  vertical. Aí sim, aplicamos as regras que vimos no item anterior.
Fonte
Ney Dias
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