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Copa do Mundo: lesões oculares no esporte são mais comuns do que imaginamos
10 Julho 2018  | Seção: Óptica no Mundo  |  Categoria: Olhos
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Com a temporada de Copa do Mundo rolando, logo surgem as preocupações com as lesões em campo.
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Isso porque elas podem ser muito diferentes, colocando em risco a participação dos craques nas partidas. No futebol, as mais comuns são aquelas que atingem os músculos, tendões e ligamentos, estando os membros inferiores envolvidos em 70% dos casos, segundo estatísticas das quatro últimas Copas do Mundo.

No entanto, os traumatismos oculares decorrentes da prática esportiva também devem ser destacados. Eles são mais comuns do que imaginamos e podem causar danos irreversíveis à visão do atleta, seja ele amador ou profissional.
 
Ocupando o quarto lugar em frequência, depois das lesões ocorridas nas ruas, em casa e no trabalho, os traumas oculares ocasionados por atividades esportivas de maneira geral representam 25% do total de casos. Jogadores com alto grau de miopia, trauma ocular prévio, infecção e antecedentes de cirurgias oculares devem ser ainda mais atenciosos. "O choque do objeto nos olhos pode provocar deslocamento da retina, além de ferimentos e luxações no cristalino. Uma bolada no rosto durante uma partida de futebol, por exemplo, pode trazer danos irreversíveis aos olhos, como descolamento de retina e lesões na córnea. O contato físico entre os jogadores também pode causar lesões", afirma o Dr. Daniel Moon Lee, médico referência do Grupo INOB, empresa do grupo Opty.

No país, temos exemplos de jogadores que apresentaram contusões oculares sérias, como o caso do Tostão, o camisa 9 da seleção tricampeã em 1970, que deslocou a retina ao receber uma pancada, e o Viola, que teve uma fratura no "assoalho" (osso de sustentação) do globo ocular direito ao receber uma cotovelada acidental na decisão do Campeonato Brasileiro, em 1997.
 
Recentemente, o Lucas Paquetá, camisa 11 do Flamengo, recebeu uma pancada no olho esquerdo durante um jogo com o Palmeiras e teve problema em sua lente de contato. Ele ficou quase cinco minutos fora de campo até que os médicos retirassem a lente e substituíssem por uma nova.

De modo geral, o atleta tem que ter uma visão muito boa para desempenhar bem a sua profissão, sendo que a prática de esportes de impacto e com bolas, como tênis, basquete, futebol e handebol deve ter atenção redobrada."Uma bola de tênis pode alcançar cerca de 200 km/hora e, se atingir o olho, pode ocasionar danos graves, como hemorragia ou até descolamento de retina. Uma das sugestões para evitar danos graves à saúde é o uso de óculos esportivos", explica o Dr. Moon Lee, que afirma que o uso desse acessório é frequente apenas em 5% dos esportistas.

No futebol, o uso de óculos pelos jogadores foi um tabu durante muito tempo. A FIFA, por quase 150 anos, proibiu o acessório em campo e a autorização só veio em 2010, com a Copa da África. "Esses óculos especiais também são recomendados aos atletas expostos a altas doses de raios UV. Com a exposição prolongada, esses raios podem provocar lesões oculares, catarata e degenerações na retina. Portanto, a prevenção é a melhor conduta para que atletas evitem problemas. Usar acessórios de proteção sempre é válido e mais seguro, além de visitar um oftalmologista periodicamente", conclui o especialista. 

Sobre o Opty

Anteriormente chamado de Hospital de Olhos do Brasil (HOBrasil), o Grupo Opty nasceu em abril de 2016 a partir da união de médicos oftalmologistas e do fundo de investimento Pátria, dando origem a um negócio pioneiro no setor oftalmológico do Brasil.
 
O grupo aplica um novo modelo de gestão associativa que permite ampliar o poder de negociação, o ganho em escala e o acesso às tecnologias de alto custo, preservando a execução da oftalmologia humanizada e oferecendo tratamentos e serviços de última geração em diferentes regiões do País. No formato, o médico mantém sua participação nas decisões estratégicas, mantendo o foco no exercício da medicina 

Atualmente, o Grupo Opty é o maior grupo de oftalmologia da América Latina, agregando oito empresas oftalmológicas, 1400 colaboradores e 400 médicos oftalmologistas. O Instituto de Olhos Freitas (BA), o DayHorc (BA), o Instituto de Olhos Villas (BA), o Hospital Oftalmológico de Brasília, o Grupo INOB (DF), o Hospital de Olhos Santa Luzia (AL), o Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem (SC) e o HCLOE (SP) fazem parte dos associados, resultando em 19 unidades de atendimento.
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