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Epidemia da miopia já vislumbrada
25 Outubro 2018  | Seção: Colunas & Artigos  |  Categoria: Dicas
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Artigo Professores Waldir Paes e Rodrigo Sonoda / OWP Educação
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As ofertas ao jovem, desde a infância, de um vasto e colorido mundo de informações a ponta do dedo com simples toque em um mundo globalizado da internet veloz, levam a baixa procura pela leitura convencional em livros e escritos convencionais. As bibliotecas perdem sua função de construção ao conhecimento, passando meramente a alimentar o mundo digital com parte seus conteúdos. 
 
Culturalmente ao se deparar com termo ou assunto diverso o jovem digita-o automaticamente nos mecanismos de busca em seu celular, e rapidamente mergulha em um universo de textos de diversas qualidades. 
 
 
Nossos avós sempre cobravam para não ficar lendo no escuro, com pouca luz ou assistir "grudado" na televisão. A velha sabedoria mostra o que se observa nas aldeias indígenas nativas.
 
Durante a caça e atividades ao ar livre o índio foca o infinito (longas distâncias acima de 5m), ao limpar a caça ou atividades na tribo (1 a 3m). O uso da visão de forma eficiente, equilibrada e alternante, garantia uma saúde visual muito acima do encontrado em nossa população atual.

Mergulha-se a atual geração "z" em uma epidemia de miopia já vislumbrada, nos leva a crer e afirmar, que a cada ano teremos alunos com atraso educacional confundido com as mais profundas síndromes e patologias neurocognitivas e de desenvolvimento psicológico e motor.

Se a questão é o uso equilibrado e eficaz do sistema visual, seria dita saúde visual uma questão de educação e repensar?

Nota-se que em nenhum momento, os grandes desenvolvedores de tecnologias que levam o ponto de visão para leitura a 15cm ou 20cm, não informam em seus produtos o quanto é danoso o uso continuo e desregrado desta tecnologia.

Assim cabe-nos no papel de agentes da saúde visual: esclarecer, educar, promover a informação, evitando o catastrófico mundo míope que se aproxima.

Dentro da geração "X e Y" nota-se que um míope tem menor interesse em convívio social, assim diminuindo o seu desenvolvimento humano e interpessoal.
 
O uso de óculos leva ao bullying e ao isolamento do indivíduo, ou com sua vida sem foco, que leva a diversos fatores negativos.

Imagine que o jovem "Z", não aceite o uso de compensação visual, porque acham os óculos feio ou quer evitar ser o centro das atenções.  Assim mesmo tendo condições ao acesso a consulta e compra dos óculos, deixa de usá-lo e seu desenvolvimento é atrasado ou tardio. 
 
 
Neste momento sugiro uma reflexão. Muitos alunos em fase de alfabetização encaminhados com suspeita de:
TDHA (transtorno de déficit hiperatividade e atenção); 
Síndrome de Irlen (Problemas na leitura);
Problemas cognitivos;
Dificuldade e atraso educacional;
Até mesmo com hiperatividade; 
 
Podem simplesmente apresentar, falta do óculos, problemas acomodativos, alterações na motilidade ocular, além da hiperestimulação pelo bombardeio de informações.  Conjunto facilmente notado no grupo jovem atual. 
Nosso foco como guardiões da saúde ocular, Óptico, Optometrista, ou terapeuta, até mesmo o educador, deve ser sempre, avaliar, instruir e disseminar a informação. Educando o uso da visão.

Prof. Rodrigo Sonoda 
Óptico Optometrista Consultor
Docente OWP Educação - W Educar

Prof. Waldir Paes
Pedagogo Óptico Optometrista 
Fundador OWP Educação - W Educar

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