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Como o demonstrativo de lentes impacta o ticket médio da sua ótica

Existe um momento muito específico no atendimento ao cliente em que a venda de lentes se define.

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Síntese Deste Conteúdo

Consultores de ótica enfrentam desafios ao explicar diferenças entre lentes aos clientes, que muitas vezes optam pela opção mais barata. A falta de compreensão sobre o valor das lentes resulta em vendas abaixo do potencial e baixa taxa de conversão. A utilização de um aplicativo de demonstração de lentes pode facilitar a decisão de compra, tornando as diferenças visíveis e concretas para os clientes. Essa abordagem mais visual e prática impacta positivamente na escolha das lentes, levando em consideração benefícios reais para a experiência visual do cliente.

E não é quando o cliente entra na loja, nem quando ele experimenta a armação, é quando o consultor precisa explicar a diferença entre uma lente básica e uma tecnologia de maior valor. E aqui temos dois caminhos: ou o consultor conta com algum recurso para mostrar ao cliente o ganho com cada uma das opções ou ele tem que contar apenas com a apresentação verbal e um desenho no papel.

Lente é um produto técnico. O cliente não vê a diferença antes de comprar, não tem como comparar fisicamente duas opções e, na maioria das vezes, não entende os termos que o consultor usa para descrever campos visuais, tratamentos ou tecnologias de fabricação. O que ele entende é sobre o preço e quando o preço é o único critério claro, a decisão pende para a opção mais barata.

O resultado aparece nos indicadores: ticket médio abaixo do potencial do portfólio, concentração de vendas nas opções de entrada e taxa de conversão que poderia ser maior com o mesmo volume de atendimentos. Não é que o cliente não queira a lente melhor, acontece que ele não conseguiu entender que ela vale o que custa. E esse é um problema que poderia ser facilmente resolvido com uma ferramenta.

O papel do demonstrativo na decisão de compra

Um aplicativo de demonstrativo de lentes muda a dinâmica do atendimento porque transfere a carga da explicação para o visual. O consultor deixa de descrever e passa a mostrar: campos visuais, comparativos entre tecnologias, simulações de tratamentos, diferença de nitidez entre uma lente convencional e uma de alto índice.

Quando o cliente consegue perceber a diferença, a conversa muda de eixo. O preço continua presente, mas não é mais o único critério. O benefício se torna concreto, a decisão fica mais objetiva e a resistência ao valor mais alto diminui. O consultor conduz uma consultoria, não uma apresentação de catálogo.

Esse movimento tem impacto direto no ticket médio. Não porque o consultor passou a "vender mais caro", mas porque o cliente passou a entender com mais clareza o que diferencia cada opção e a escolher com mais confiança a que faz sentido para ele.

Vale lembrar que o consultor não está apenas apresentando uma opção mais cara. Está apresentando algo que vai mudar a experiência visual do cliente no dia a dia. Uma lente com tratamento antirreflexo reduz a fadiga de quem passa horas na frente de telas uma lente com filtro UV e maior resistência faz diferença real para quem trabalha dirigindo ou em ambientes com poeira. Para crianças, a escolha certa de material e índice pode proteger a visão em uma fase decisiva do desenvolvimento. Quando o consultor consegue mostrar isso, o preço deixa de ser o centro da conversa e passa a ser a qualidade de visão e de vida que o cliente vai ganhar.

O que um bom demonstrativo precisa entregar na prática

Nem toda ferramenta de demonstração funciona igual. Para que o impacto seja real no dia a dia do balcão, o demonstrativo precisa cobrir alguns pontos essenciais. O primeiro deles é a cobertura de marcas: o consultor precisa apresentar o portfólio real da loja, não um catálogo genérico que não reflete o que está disponível para venda. Se a ferramenta não cobre as marcas que a ótica trabalha, ela perde utilidade logo na prática.

A personalização também é relevante. Um demonstrativo configurado com o nome, a logo, as cores da ótica e a tabela de preços própria transmite mais credibilidade do que uma ferramenta com identidade genérica. Para o cliente, a experiência é de uma consultoria da loja, não de um aplicativo de terceiro.

Para óticas que trabalham com marca exclusiva de lentes, o demonstrativo também permite incluir esse portfólio próprio,  garantindo que a ferramenta reflita exatamente o que a loja oferece, do básico ao premium.

Por fim, a facilidade de uso determina se a ferramenta vai ser adotada de fato pela equipe. Em horários de maior movimento, o consultor não tem tempo para navegar por menus complexos. A ferramenta precisa ser acessível e rápida, ou ela fica no tablet sem ser aberta.

Se você quer entender o impacto que um demonstrativo pode ter nos números da sua ótica antes de tomar qualquer decisão, a Ipê Digital disponibiliza a Calculadora de Ticket Médio de Lentes:  uma ferramenta gratuita que, com base nos dados da sua operação, mostra o quanto a ótica pode crescer ao mudar a forma como apresenta e vende lentes, clique aqui e acesse!

ssLentes: demonstrativo de lentes para óticas

O ssLentes é o aplicativo de demonstrativo de lentes desenvolvido para o mercado óptico brasileiro. Ele reúne as principais marcas do setor, como Essilor, Zeiss, Hoya, Rodenstock e Haytek, e permite que o consultor apresente tecnologias, materiais e benefícios de forma visual durante o atendimento, diretamente no tablet.

A ferramenta pode ser personalizada com a identidade da ótica (nome, logo, cores e tabela de preços própria) e permite incluir marcas exclusivas de lentes para quem trabalha com portfólio próprio. É possível ver como o ssLentes funciona na prática e pode agregar no dia a dia da sua ótica. Clique aqui e conheça!

Sobre a Ipê Digital

A Ipê Digital é uma empresa 100% mineira, desenvolvedora do ssOtica, ssLentes, ssAgentes, ÓticaPay e demais soluções para o mercado óptico brasileiro.

Fonte: ssÓtica

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